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Controle de algas no aquário

Principais causas no aumento na quantidade de algas:

  1. Excesso de Peixes;

  2. Muita luz;

  3. Muitos nutrientes na água;

  4. Muitos nutrientes no solo;

  5. Tempo excessivo de luz acesa no dia;

  6. Muita injeção de CO2;

  7. Sol batendo no aquário.


Controle na quantidade de algas:


  1. Filtro com lâmpada Ultra Violeta;

  2. Peixes algueiros e limpadores;

  3. Peixes de fundo;

  4. Troca parcial da água;

  5. Trocar a parte mecânica do filtro semanalmente;

  6. Diminuir a movimentação da água;

  7. Colocação de mais plantas naturais.



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"Criando Rochas Artificiais Vivas"

Neste artigo mostraremos como "crias rochas artificiais vivas".

Você irá precisar de:
  1. 1 KG de Rocha Artificial para cada 10 litros de água;
  2. 1 kg de Rocha Viva Natural para cada 100 litros de água.

Colocar as rochas (1 e 2) no módulo de cultivo (aquário ou caixa de fibra). Fazer uma montanha de rochas artificiais + rochas vivas. Colocar uma bomba (ou várias) de circulação com vazão 6 a 10 vezes o volume de água do áquario por hora.

Obs: Aquário sem peixe e sem solo ("pelado").

Tempo de carência (Cura): 2 meses para a rocha artificial crua ser retirada do módulo (e já denominada: rocha artificial viva).

As rochas artificiais vivas podem ser retiradas do módulo e servirem de "START" biológico para novos aquários recém montados.

Obs2: Retire as artificiais gradualmente , e moderadamente.

Obs3: Reponmha novas rochas artificiais cruas (sem vida) conforme as "artificiais vivas" são retiradas do módulo.

Obs4: Iluminação moderada 8 à 12 horas por dia.

Água marinha sintética (as rochas ficarão submersas nesta água): Densidade 1021 a 1023; Temperatura 20 a 25 ºC; pH 8,1 a 8,4; Troca parcial 1/4 ao mês.

Sugestão dada por Marcus Marques da Silva - Revista Aquarismo Junior-n138-fev/mar/2011

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PROMOÇÃO!!!! Canister Jebo 838 1200L/H


Super Promoção do Canister Jebo 838!!!

Filtro tipo canister com vazão de 1200 litros/hora, ideal para aquários de até 400 litros. Silencioso e fácil de instalar, possui 4 compartimentos para material filtrante. Acompanha carvão ativado, cerâmica e lã. Para aquários de água doce ou salgada. Modelo 838. Consumo 28w. Voltagem 110v.

R$ 330 reais em até 6x sem juros ou 287,10 à vista!! Promoção Imperdível.
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Artemiss Saltwater Ecological Laboratories



Artemiss Saltwater 118ml Ecological Laboratories

Expelente 100% natural para doenças bacterianas em peixes de água salgada. Excelente produto. Tratamento sem químicos contra doenças bacterianas:

  • Hidropsia bacteriana
  • Escamas eriçadas
  • Fungos
  • Pele leitosa
  • Apodrecimento de nadadeiras, boca e cauda
  • Úlceras e feridas.

Artemiss é seguro para todas as formas de vida do aquário, e é ótima ajuda para aclimatar peixes novos em ambientes.

Confira em nosso site: www.aquariosnet.com.br

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"O Mito do Sal no Aquário de Água Doce"

Estava lendo alguns artigos na internet e achei um extremamente interessante. Achei legal dividir estas informações, pois este tema é objeto de muitas dúvidas.

"Em qualquer contexto que seja, sempre existem as lendas sobre um determinado assunto, no aquarismo isso não é diferente, acontece com a regra do cm de peixe por litro de água; com o peixe que cresce de acordo com o tamanho do aquário; aquele "cascudinho" que come as fezes dos outros peixes; os aquários pequenos que são os melhores para os iniciantes, pois dão menos trabalho; apaiaris que são carnívoros e vorazes predadores de peixinhos indefesos; aqueles remedinhos coloridos que devem ser utilizados no aquário a cada troca de água para prevenir as doenças; as matrizes de algum peixe que estão à venda; o aquário que deve ser desmontado e lavado a cada 6 meses e por aí vai...

Dentre estes mitos, ou lendas, existe um que ainda hoje é bem forte entre os aquaristas: o uso do sal grosso em aquários com peixes de água doce.

Foi pensando em como desmistificar este assunto de uma vez por todas, que nós resolvemos escrever este texto, esperamos com ele conseguir mostrar que o sal não deve ser usado a torto e a direito nos aquários de peixes de água doce e o que o seu mau uso pode causar nos pobres peixes que não têm como se defender das atitudes que o "dono" do aquário pratica.

Toda água contém substâncias dissolvidas - sais, gases, pequena quantidade de compostos orgânicos e vários poluentes. Além da temperatura da água, esses são os fatores de maior importância fisiológica.

A água do mar contém cerca de 3.5% de sal (isto é, 1 litro de água do mar contém aproximadamente 35g de sal), os principais íons são sódio e cloreto, com magnésio, enxofre e cálcio presentes em quantidades substanciais. A concentração varia um pouco conforme a região.

A água doce, ao contrário da água do mar, apresenta um conteúdo de solutos altamente variável. Se a água corre sobre uma rocha dura e insolúvel, como o granito, ocorre a dissolução de pouco material adicional e, portanto, esta água é denominada mole; por outro lado, se ela se infiltra no calcário poroso, pode dissolver relativamente grandes quantidades de sais de cálcio e é denominada água dura.

Percebam o fato de que o termo "sais" é aplicado para outros compostos que não aquele sal de cozinha ou sal grosso que você conhece.

Os animais de água doce possuem fluidos corpóreos que são osmoticamente mais concentrados que o meio; estes animais são chamados de hiperosmóticos.

As diferenças são geralmente reguladas cuidadosamente pelo organismo do animal. Para ilustrar os problemas da regulação de volume das células, podemos considerar a membrana celular permeável à água, porém impermeável aos solutos. Uma alteração na concentração extracelular (fora da célula, ex: na água) causará uma alteração no volume celular:

Se a concentração extracelular (da água) for reduzida, a célula absorverá água e inchará - um problema que pode acontecer com os ciclídeos africanos que necessitam de água "dura" e são mantidos em água "mole".

Se a concentração extracelular for aumentada (colocar sal na água de um peixe de água doce), a água será retirada e a célula murchará, o peixe vai "perder" água para o meio, ficará desidratado.

As concentrações iônicas são sempre muito diferentes daquelas do meio externo, mas isso não é tudo. Acontece que cátions comuns Na+ e K+ , têm um efeito perturbador considerável sobre a ação de enzimas metabólicas e alterações substanciais nas suas concentrações poderiam causar um grande desarranjo no metabolismo celular.

Boa parte do metabolismo celular depende de um processo popularmente chamado de bomba de sódio e potássio, no qual íons de potássio são mantidos em concentração intracelular maior e íons de sódio são mantidos em concentração extracelular maior. Tais concentrações permitem o funcionamento de proteínas que controlam a entrada de nutrientes vitais à celula, como glicose e aminoácidos.

Sendo o sal de cozinha comum composto pelos íons Na+ e Cl-, ao ser adicionado em uma maior quantidade no meio em que o(s) peixe(s) se encontra(m) estará afetando diretamente o metabolismo celular do animal, a menos que o organismo do mesmo seja capaz de se adaptar a tal situação.

Apesar de tal fenômeno não ser de imediata mortalidade, são consideráveis os impactos causados nos organismos dos peixes, mesmo que aparentemente esteja normais, afinal as concentrações utilizadas não chegam a ponto de causar uma desidratação fatal.

A perda de água causa o aumento da concentração de solutos e o sistema de absorção e reabsorção de íons encontrado em animais de água doce aumenta ainda mais a concentração de Na+, principalmente em todos os órgãos do animal. Tudo isso causa uma falência gradativa dos sistemas vitais, levando a uma lenta e sofrida morte.

Em um estudo recente sobre o efeito do sal (NaCl) em tilápias, ficou provado que muitos peixes apresentaram lesões como: perfuração do opérculo, perda de escamas, alguma despigmentação, letargia, distensão abdominal e outras anomalias. Tudo isso por terem sido mantidas em água com concentração de sal (NaCl) elevada, à qual estes peixes normalmente não são expostos.

Casos especiais de peixes de água doce hipersensíveis à presença do sal grosso na água:

Exisem peixes que apresentam o corpo revestido por placas ósseas no lugar das escamas: coridoras, tamboatás, brochis, loricarídeos e afins; estes peixes possuem uma camada muito mais fina (podendo até mesmo estar ausente) de muco epitelial externo.

Eles não suportam a presença de sal na água (NaCl), pois ele pode facilmente levá-los à morte por desidratação rapidamente devido à grande diferença osmótica criada, à qual não estão adaptados e não são capazes de enfrentar. Muitas, se não a maioria, das espécies de loricarídeos não suportam a presença de sal na água.

Quando a adição do sal na água do aquário é recomendada:

Espécies adaptadas a meios mais instáveis e/ou salobros, como o ambiente estuarino, possuem sistemas de absorção de íons que varia de acordo com a concentração osmótica do meio, ou seja, em meios de concentração salina maior, a absorção de íons será menor e vice-e-versa.

Assim, tais espécies conseguem manter seus fluidos vitais estáveis, evitando a desidratação já mencionada e/ou uma super-hidratação, caso o meio seja hipotônico em relação ao organismo do peixe.

Algumas espécies, por estarem há muito adaptadas a tal ambiente, acabam necessitando de alguma adição de sal na água para uma vida plena e saudável, seja pelo desenvolvimento de fraqueza contra doenças menos comuns em águas salobras ou mesmo pela necessidade de certa quantidade de sal para a melhor manutenção do tão citado equilíbrio osmótico ( certas espécies como o abelhinha e o conhecido mexirica, por exemplo). Para outras, mais adaptáveis e resistentes, pouco importa a concentração salina na água, desde que não haja extremos e avariação não ocorra bruscamente (havendo poecilídeos em geral como exemplo).

Algumas espécies mais comuns e que vivem bem em água salobra: algumas espécies de baiacus, o conhecido peixe vidro indiano, o já citado abelhinha famoso por seu diminuto tamanho que é inversamente proporcional à sua beleza e charme, o peixe arqueiro é outro que vive melhor em água salobra, mexirica e scatófagos também integram o time.

Existem várias outras espécies, cada uma com suas necessidades particulares quanto à densidade da água, tamanho do aquário, companheiros e alimentação.

A natureza demorou milhares de anos para moldar as necessidades de cada espécie de peixe, não queira ser do contra e fazer seu peixe sofrer só porque lhe falaram que o sal grosso faz bem para peixes de água doce. Existem muitas informações por aí, o importante é saber questioná-las e filtrá-las!!!

Apenas frisando: Não coloque sal grosso na água do seu aquário com peixes de água doce!!!!

"Ahh mas eu li em um site que o sal é bom contra o íctio..."

NÃO coloque o sal, ele faz mal para o parasita e para o pobre coitado do peixe que já está debilitado.

"Mas fulano usa sal no aquário e os peixes dele estão bem"

Primeira questão: são peixes que podem viver em águas com uma salinidade maior, por exemplo, os poecilídeos (lebiste, molinésia, plati, espada...)?
Segunda questão: Faz quantos anos que ele trata os peixes assim? Não perdeu nenhum? Todos cresceram bem?

"Ahhh mas..."

Nada de "mas", é comprovado cientificamente que o sal grosso faz mal a peixes de água doce.

Boa sorte com seus peixinhos!"

Créditos: Cinthia Emerich e Felipe Aoki (http://www.sekaiscaping.com/2009/07/o-mito-do-sal-no-aquario-de-agua-doce.html).
Quero elogiar os autores deste artigo, pois é o melhor artigo relacionado ao assunto que li.
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Produtos de última geração!!

Hoje vou comentar de dois produtos que gosto muito e possivelmente irá ajudar muitas pessoas (principalmente em aquários marinhos).



MICROBE-LIFT SPECIAL BLEND & Nite-Out II

É o único programa de tratamento natural para ciclar e equilibrar seu aquário rapidamente, usando um processo biológico microbiano seguro e não químico que naturalmente controla e elimina restos / dejetos orgânicos, melhora a qualidade da água, e reduz e controla amônia, nitrito e nitrato de modo simples e eficaz! Basta seguir esses passos.

Passo 1: Adicione SPECIAL BLEND ao seu aquário para quebrar e degradar todo material orgânico, assegurando um ambiente melhorado para toda a vida aquática. SPECIAL BLEND inocula todo o ambiente do aquário, especialmente a filtragem, estabelecendo os indispensáveis bio-filmes em filtros, substrato e demais superfícies do aquário, removendo material orgânico indesejável e mantendo a água limpa rapidamente! SPECIAL BLEND também reduz e elimina odores desagradáveis.

Quando em seu aquário a matéria orgânica livre (p.ex., plantas mortas, ração não consumida, dejetos dos peixes etc.) é quebrada pela biologia natural, essa matéria é convertida em várias outras coisas, como CO2, água, sais minerais e amônia. À formação de amônia chama-se amonificação. Conforme os níveis de amônia crescem em seu aquário, ela começa a ficar tóxica aos peixes e outras formas de vida aquática, devendo ser biologicamente removida de forma rápida. A nitrificação – o processo biológico natural de remoção da amônia – é realizado por um grupo de micróbios chamados bactérias nitrificantes. Essas bactérias nitrificantes são extremamente lentas em seu crescimento / multiplicação, requerendo até 16 horas para uma divisão celular – bactérias heterotróficas decompositoras de material orgânico, por exemplo, dividem-se a cada 45 – 60 minutos. Assim, geralmente são necessárias semanas para que naturalmente se desenvolva uma população adequada a converter toda a amônia produzida no seu aquário.

Passo 2: Use o NITE-OUT II para rapidamente estabelecer as culturas necessárias de bactérias nitrificantes e assim o processo de remoção de amônia em seu aquário. Basta adicionar o NITE-OUT II e essas culturas vão crescer convertendo a amônia tóxica em nitrito, e esses em nitratos. NITE-OUT II contém bactérias Nitrosomonas, que convertem amônia em nitrito, e Nitrobacter e Nitrospira, que convertem nitrito em nitrato.

Um dado importante a conhecer é a Alcalinidade de Carbonatos (KH), porque, para funcionar corretamente, o processo biológico de nitrificação requer uma fonte de carbono inorgânico. Para cada 1,0g de amônia removida, é consumido nesse processo 7,1g de alcalinidade de carbonatos. Se o seu aquário está com o KH em “zero”, o processo de nitrificação vai parar, ou mesmo jamais começará! É como um carro sem gasolina, ele não tem como continuar funcionando... Para certificar-se que o processo nitrificante está ocorrendo corretamente, você deve testar freqüentemente a água de seu aquário para verificar que o KH está correto, isso é, um mínimo de 3°DH ou 50ppmCaCO3. Corrija sempre que necessário com produtos adequados, preferencialmente os encontrados em lojas de aquariofilia. Procure adicionar o NITE-OUT II apenas após corrigir o KH.

MICROBE-LIFT SPECIAL BLEND & DESNITRIFICAÇÃO

O produto SPECIAL BLEND apresenta outro grande valor para o uso em aquários. Além de ser um dos melhores produtos que pode ser usado para acelerar a remoção biológica de material orgânico de difícil decomposição (ácidos graxos de cadeias longas, material celulósico etc.) em aquários, as culturas únicas de SPECIAL BLEND ajudam na remoção de nitrato da água do aquário através de um processo chamado desnitrificação.

Enquanto algum nitrato do aquário é removido por plantas ou nas trocas parciais de água, a maneira mais efetiva de controlar a remoção de nitrato é através de desnitrificação biológica. Nesse processo, a remoção do nitrato se dá nas áreas anaeróbias tais como os bio-filmes. As culturas microbianas de SPECIAL BLEND contêm micróbios desnitrificantes que fornecem um importante meio de remoção de nitrato. Eles convertem o nitrato em gás nitrogênio quando estão sob as condições anaeróbias que podem ser encontradas nos bio-filmes formados no sistema de filtragem e no aquário. Isso reduz o nível de nitrato em seu aquário. Deve ser destacado que nitrato é um dos fatores que tende a criar problemas com algas em aquários, já que essas usam o nitrato como nutriente.


Fonte: Aquarium Group
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Linha Aquavitro - Seachem



Estamos recebendo diversas perguntas relacionadas a linha AquaVitro da Seachem. Por ser uma das melhores linhas para Reef, resolvi descrever a utilidade de cada um dos produtos.

Aquavitro Alpha
  • 50% mais concentrado que o Prime;
  • Remove o Cloro, Cloramina e Amônia, converte a Amônia Tóxica em um composto não-tóxico;
  • Desintoxica Nitrito e Nitrato, promove a produção de mucosa dos peixes;
  • Não causa impacto no pH e não sobrecarrega o Skimmer;
  • Pode ser usado na água nova ou diretamente no aquário.

Aquavitro Balance

  • Equilibra na proporção natural os carbonatos;
  • O acúmulo de ácidos orgânicos muda a capacidade natural do buffer e adicionando mais buffer aumenta a alcalinidade na proporção incorreta causando a queda do cálcio;
  • O magnésio é utilizado na calcificação dos corais e em alguns casos é usado no lugar do cálcio;
  • Balance converte o Bicarbonato em Carbonato para obter um pH mais alto sem afetar o nível de Cálcio;
  • É uma mistura otimizada de sódio e hidróxido de potássio que evita o desequilibrio iônico em longo prazo

Aquavitro Eight.Four

  • Resolve a deficiência no pK (encontrado em produtos concorrentes) fornecendo o devido equilibrio (carbonatos/bicarbonatos) no sistema de tamponamento;
  • Deixa o pH em 8.3 ~8.5 com um pK único de 8.6;
  • Ajusta o pH e mantém a alcalinidade;
  • É uma mistura concentrada e equilibrada de sais de bicarbonatos e carbonatos;
  • Dica: Se a alcalinidade de 6 meq/L foi alcançada e o pH de pelo menos 8.2 não foi atingido, o aquário está em desequilibrio iônico, eleve o pH sem alterar a alcalinidade com o uso do Balance;

Aquavitro Ions

  • Aumenta o magnésio e é totalmente solúvel;
  • Baixo nível de magnésio é uma das razões pelo qual o pH é baixo mesmo quando o RA e o cálcio estão em bons níveis;
  • O magnésio é utilizado na calcificação dos corais e em alguns casos é usado no lugar do cálcio;
  • É consumido também por bactérias benéficas, algas coralíneas e peixes;
  • É concentrado em 90000 mg/L e não contém amoníaco;
  • Contém boro de entrôncio na mesma proporção da água do mar para evitar desequílibrio iônico a longo prazo.

Aquavitro Fuel

  • Suplemento rico em carboidratros, vitamínas, ácidos graxos, aminoácidos e elementos traços para corais;
  • Contém ácido ascórbico em base de Chorella;
  • Chorella é rica em enzimas, vitamínas e sais incluindo vitaminas do complexo B;
  • Chorella contém maior nível de aminoácidos que a spirulina;
  • Formulado para fornecer os nutrientes naturais disponíveis em recifes de corais.

Aquavitro Vibrance

  • O iodeto é importante para a formação dos tecidos dos invertebrados, desenvolvimento dos pigmentos em corais, anêmoas e algas como zooxantela;
  • Não contém iodo tóxico;
  • É concentrado 10000 mg/L, seguro, estável e prontamente disponível;

Aquavitro Calcification

  • Concentrado em 140000 mg/L;
  • Mistura de cálcio iônico com complexo de gluconato disponível;
  • Permite que o estrôncio e o magnésio sejam utilizados mais facilmente de forma estabilizada sem esgotar a alcalinidade;
  • Embora estejam relacionados com açucares, são aldeídos oxidados e não reagem ou comportam-se como açucares;
  • Biologicamente é impossível que conduza o crescimento de algas.

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